terça-feira, 31 de março de 2009

DEFESA DO DIPLOMA



Em defesa do Diploma obrigatório para o curso de Jornalismo, profissionais de todo o País foram nesta terça-feira 31/03 às ruas. A reinvidicação é para que o Supremo Tribunal Federal rejeite o recurso que questiona a constitucionalidade do diploma.Um Ato Público Nacional em frente ao STF e vigílias nos Estados serão feitoas no dia 1º de abril, que espera surtir efeito e sensibilizar os ministros (sem mentiras) em prol da diploma obrigatório. Apesar do dia ser tradicionalmente conhecido como o dia da Mentira, o manifesto será verdadeiro.O questionamento em defesa do Diploma é relevante, pois, imaginem se a moda pega e posteriormente não se precise de Diploma para os demais cursos.

sábado, 28 de março de 2009

JORNALISMO SENSACIONALISTA


Atualmente nossa mídia deixou de atuar de acordo com a lei da Imprensa em diversos aspéctos, a começar pelo sensacionalismo que garantiu um lugar de destaque nas notícias.

No que se diz respeito ao direito à imagem, vale saber que nenhum veículo tem o direito de ferir a imagem de alguém, ainda que, essa pessoa não esteja mais viva. Não é o que vemos hoje em dia, principalmente em nossos jornais impressos.

Quando destacamos o corpo de uma vítima qualquer nas páginas de nossos jornais, de forma sensacionalista, estamos ferindo o direito à imagem desse pessoa. E portanto, a vítima, ou a família dela tem todo o direito, ou melhor dizendo o dever, de procurar seus direitos.

E então, estamos dispostos (reportéres e veículo) a enfrentarmos um processo por causa do discumprimento do Código de Ética Jornalística, em função da matéria sensacionalista?

terça-feira, 24 de março de 2009

O DESTINO DO CURSO DE JORNALISMO


O Novo Projeto do MEC em torno do curso de jornalismo é transformá-lo de graduação em ESPECIALIZAÇÃO. O curso deixará de ter quatro anos e passará a ser de apenas dois anos.

Se bem pensarmos essa proposta não dará vantagem alguma aos atuais estudantes, pois de que adianta estudar durante tanto tempo para se qualificar se em seguida, qualquer pessoa, de qualquer outra graduação poderá vir a exercer a sua função.

A proposta não deveria ser válida, então, apenas para o curso de Jornalismo, mas, para vários outros, como por exemplo o de direito. Eu como jornalista poderia fazer uma especialização em direito e me tornar advogada.